quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Amamentação: O que é livre demanda?
Perguntam, o que é amamentar em livre demanda? dá o peito a demanda? Infelizmente ainda existe muita informação errada sobre a livre demanda, algumas pessoas ainda pensam que que livre demanda é amamentar com horário fixo, uma obsessão com os horários das mamadas, e se o bebe pedir 5 minutos antes do horário previsto é livre demanda. Livre demanda significa em qualquer momento, sem olhar o relógio( alias, jogue o relógio fora, ele é seu pior inimigo), sem pensar no tempo, mesmo se o bebê mamou há 5 minutos.
Mas, como pode ter fome aos cinco minutos? Pois bem, se um bebê solta o peito depois de 5 minutos já pensou só tenha mamado a metade que necessita? Talvez estava incomodado com algo no momento e depois se sinta melhor ou ou prefira várias refeições diárias sempre em pequenas porções, mas como saber isso? Simples! Só seu bebê tem condições de decidir quando precisa mamar, mais ninguém e nenhum relógio do mundo
E qual o tempo máximo? É preciso acordá-los? Quantas horas podem estar sem mamar?
Quando o bebê dorme muito, muitas vezes não é preciso acordá-lo, mas fique atento aos sinais de fome, principalmente quando é recém nascido e/ou tem problemas com peso. A livre demanda não significa dar o peito cada vez que chore, muitas vezes quando o bebê chora, ele já já com fome há algum tempo, ele pode dar sinais de fome como mudar o nível de atividade, movimentose barulhos com a boca, movimentos de procura com a cabeça, por as mãozinhas na boca.Se um bebê que está fraco porque perdeu peso está sozinho no seu quarto tem grandes chances de ter dando todos esses sinais e ninguém percebeu e ele volte a dormir por cansaço.
O leite é produzido na medida certa para seu bebê, quanto mais ele mama, mais leite será produzirá. Se mama pouco, produzirá menos. O bebê está estimulando sua produção, o tempo de intervalo entre as mamadas não é linear, terá tempo ele espaçará as mamadas e tempo que ficará " pendurado" no seio, dependendo se tem pico e/ou salto de crescimento, crise de separação, dente nascendo, doença ou inquietação.
Aqui um trecho do livro "Mi niño no me come (1999)",Carlos Gonzalez.
Amamentação a la carte
Amamentação em intervalos pré-determinados é um mito. Houve um tempo em que se pensava que bebês deveriam mamar a cada 3 horas, ou a cada 4 horas e por exatamente 10 minutos de cada lado! Você já se perguntou o porquê de 10 minutos e não 9 ou 11?
Claro, adultos nunca comem por “10 minutos em cada prato a cada 4 horas”. Quanto tempo a gente leva para terminar o prato? Isso depende do quão rápido a gente come. É o mesmo com bebês. Se eles mamam rápido, podem gastar menos que 10 minutos, mas se mamam devagar, podem gastar bem mais.
Os adultos comem em horários pré-determinados somente porque as obrigações de trabalho forçam-nos a organizar suas refeições desta forma. Normalmente, nos dias de folga, a rotina usual é mudada sem qualquer dano à saúde. Contudo, ainda existem pessoas que acreditam que os bebês precisam ser acostumados a mamadas de horário e fazem referências vagas à disciplina ou boa digestão.
Para um adulto, a comida pode esperar. Nosso metabolismo permite que esperemos por uma refeição e a comida é exatamente a mesma agora ou daqui a uma hora. Mas seu bebê não pode esperar. Sua fome é urgente e a comida dele muda se a refeição se atrasa. O leite humano não é um alimento morto, mas uma matéria viva em constante processo de mudança. A quantidade de gordura no leite aumenta à medida que a amamentação progride. O leite do início da mamada tem baixo conteúdo gorduroso e o leite do final é altamente rico em gordura; chegando a ser 5 vezes mais gordo.
A média de gordura em qualquer mamada depende de quatro fatores:
1. Intervalo da mamada anterior (quanto maior o intervalo, menor a quantidade de gordura);
2. Concentração de gordura no final da mamada anterior;
3. Quantidade de leite ingerido na última mamada;
4. Quantidade de leite ingerido nesta mamada.
Quando a criança mama os dois seios, ela raramente esvazia o segundo seio. Para simplificar, basta dizer que ela toma 2/3 de leite desnatado e 1/3 de creme de leite. Contudo, a criança que mama somente um seio por mamada toma ½ leite desnatado e ½ creme de leite. Se ela toma um leite menos gordo (menos calórico), ela pode aceitar grandes volumes e consumir mais proteínas. Então o bebê que mama 50 ml de cada seio não mama o mesmo que um que toma 100 ml de um seio só; e a dieta do bebê que toma 80 ml a cada 2 horas é totalmente diferente da dieta do bebê que toma 160 ml a cada 4 horas.
Os fatores que controlam a composição do leite ainda estão sendo estudados e ainda não se sabe muita coisa. Por exemplo, sabe-se que um dos seios geralmente produz mais leite, com maior concentração de proteínas que o outro. Talvez seja só coincidência ou talvez seu filho decida isso, dando preferência a um seio em relação ao outro, escolhendo uma refeição com mais ou com menos calorias.
E você pensou que seu bebê mamasse sempre o mesmo leite? Você pensava que era entediante passar meses e meses tomando somente leite? Isso não é verdade com o leite materno. Seu bebê tem à disposição dele um grande cardápio para escolher, desde sopa leve a uma sobremesa bem cremosa. Uma vez que o seio não fala (nem pode entender o bebê), o bebê faz seu pedido de 3 formas:
1. Pelo tanto de leite que ele toma a cada mamada (mamando por um longo ou curto tempo e com mais ou menos intensidade);
2. Pelo intervalo entre uma mamada e outra;
3. Mamando um ou os dois seios.
O que seu bebê faz quando mama para obter exatamente o que ele precisa de um dia para o outro é uma obra de engenharia. O bebê tem total e perfeito controle da sua dieta, desde que ele possa mudar as variáveis de acordo com seu desejo. É isso que a livre demanda significa: deixar o bebê decidir quando ele quer mamar, por quanto tempo ele vai ficar no seio e se ele quer mamar um ou os dois seios.
Quando o bebê não tem o direito de controlar um dos mecanismos, na maioria das vezes ele tenta mudar uma ou outra variável. Num experimento, alguns bebês foram colocados para mamar somente em um seio por mamada, durante uma semana e nos dois seios na semana seguinte (a ordem foi variável). Em teoria, os bebês teriam ingerido muito mais gordura nos dias em que mamaram somente de um lado do que quando mamaram nos dois seios. Contudo, os bebês espontaneamente modificaram a freqüência e a duração das mamadas e foram capazes de ingerir quantidades similares de gordura (mas volumes diferentes de leite).
Se o bebê não tem a chance de modificar a freqüência ou duração das mamadas e ele não tem a oportunidade de decidir se quer mamar de um lado ou dos dois, ele fica perdido. Ele não consegue tomar a quantidade de leite de que precisa, mas acaba tomando o que lhe é oferecido. Se a sua dieta está muito longe das necessidades reais do bebê, ele terá problemas em ganhar apropriadamente ou passará o dia faminto e irritado. É por isso que amamentação em horários pré-estabelecidos raramente funciona e quanto mais rígido for o esquema, mais catastrófico é o resultado. Os bebês precisam mamar irregularmente, somente assim eles têm uma dieta balanceada.
Desde o primeiro dia, embora pareça que ela está tomando somente leite, a criança está escolhendo sua dieta a partir de uma gama de opções e ela sempre escolhe sabiamente, tanto na qualidade, quanto na quantidade.
FONTE: http://www.partoegravidez.com/2012/07/amamentacao-o-que-e-livre-demanda.html
VBAC: Fatos
Após uma cesariana, a maioria das mulheres tem duas opções para futuros nascimentos: um nascimento vaginal após cesariana (VBAC) ou uma cesariana de repetição (RCS). Há muita desinformação sobre estas duas opções. Vamos analisar alguns fatos.
O Colegio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG, 2010), VBAC é uma " escolha segura e adequada para a maioria das mulheres "com uma cesariana anterior e para" algumas mulheres "com duas cesáreas anteriores . Grávida de gêmeos , passando de 40 semanas, com uma cicatriz desconhecida ou baixo vertical, ou suspeitar de um " bebezão "não deve impedir uma mulher de planejamento de um VBAC (ACOG, 2010).
Investigação sobre a espessura da cicatriz uterina (Kamel, 2009) e sutura de camada única versus dupla (Humphries, 2004) estão em curso os estudos concluídos até agora não são fortes o suficiente para fornecer apoio conclusivo para ações específicas.
A taxa de sucesso de um VBAC é de 75%(Coassolo, 2005; Huang, 2002; Landon, 2004; Landon, 2006; Macones, 2005). Partos vaginais após cesáreas bem sucedidos têm menores taxas de complicações do que cesáreas repetidas planejadas que têm menores taxas de complicações do que "falhou" parto vaginal após cesárea (Landon, 2004), também conhecido como cesárea após cesárea ou CBAC.
Ruptura uterina é a principal preocupação em termos de VBAC e ao mesmo tempo que pode ser catastrófico, é raro ( National Institutes of Health , 2010).
Permitir que o trabalho de parto começe naturalmente, após uma prévia transversal baixa, acarreta um risco de 0,4% de ruptura que pode aumentar mediante o aumento de trabalho de parto ou de indução (Landon, 2004). Estas taxas são similares a outras graves emergências obstétricas como descolamento prematuro da placenta, prolapso de cordão, e hemorragia pós-parto.
Riscos de cesárea, incluindo placenta acreta , histerectomia, transfusão de sangue e de internação na UTI, aumenta com cada cirurgia (Silver, 2006), e que depois de um VBAC de sucesso, o risco futuro de ruptura uterina, deiscência uterina e complicações do parto outros produtos diminuem significativamente ( Mercer, 2008).
Com cada opção, o risco de morte materna é muito baixa: 0,02% no VBAC versus 0,04% na cesares de repetição (Landon, 2004). Além disso, o risco de resultados adversos infantis durante um parto vaginal após cesárea é de 0,05%, o que é "quantitativamente pequeno, maior do que aquela associada com parto eletivo cesariana de repetição" (Landon, 2004).
45% das mulheres americanas estão interessados na opção de VBAC (Declercq, 2006), mas 92% têm um cesarea de repetição (Martin, 2009). Algumas mulheres escolheram cesarea de repetição. Outras achavam que não têm muita escolha por vários motivos, incluindo proibições hospitalares VBAC (Kamel, 2010); médicos, amigos e familiares (Kamel, 2009b e 2010b ), ou a deturpação dos riscos VBAC (Kamel , 2009b e 2010b).
Como resultado, os hospitais desenvolveram as suas próprias definições produzem diferentes protocolos e exigências para VBAC.
Ver também:
Fonte:VBAC Facts
Permitir que o trabalho de parto começe naturalmente, após uma prévia transversal baixa, acarreta um risco de 0,4% de ruptura que pode aumentar mediante o aumento de trabalho de parto ou de indução (Landon, 2004). Estas taxas são similares a outras graves emergências obstétricas como descolamento prematuro da placenta, prolapso de cordão, e hemorragia pós-parto.
Riscos de cesárea, incluindo placenta acreta , histerectomia, transfusão de sangue e de internação na UTI, aumenta com cada cirurgia (Silver, 2006), e que depois de um VBAC de sucesso, o risco futuro de ruptura uterina, deiscência uterina e complicações do parto outros produtos diminuem significativamente ( Mercer, 2008).
Com cada opção, o risco de morte materna é muito baixa: 0,02% no VBAC versus 0,04% na cesares de repetição (Landon, 2004). Além disso, o risco de resultados adversos infantis durante um parto vaginal após cesárea é de 0,05%, o que é "quantitativamente pequeno, maior do que aquela associada com parto eletivo cesariana de repetição" (Landon, 2004).
45% das mulheres americanas estão interessados na opção de VBAC (Declercq, 2006), mas 92% têm um cesarea de repetição (Martin, 2009). Algumas mulheres escolheram cesarea de repetição. Outras achavam que não têm muita escolha por vários motivos, incluindo proibições hospitalares VBAC (Kamel, 2010); médicos, amigos e familiares (Kamel, 2009b e 2010b ), ou a deturpação dos riscos VBAC (Kamel , 2009b e 2010b).
Como resultado, os hospitais desenvolveram as suas próprias definições produzem diferentes protocolos e exigências para VBAC.
Ver também:
Fonte:VBAC Facts
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
10 alimentos que parecem saudáveis, mas não são!
Barrinha de cereais, leite de soja e peito de peru são apenas algumas opções que você compra pensando na saúde do seu filho. Apesar da cara de nutritivos, cuidado: é preciso consumi-los com moderação
Fernanda Carpegiani
1 - Barrinha de cereais Elas prometem ser uma ótima opção para o lanche das crianças porque são práticas de armazenar e contêm fibras – nutrientes que aumentam a sensação de saciedade, dão energia e ajudam no funcionamento do intestino e na absorção de gorduras. Pelo menos na teoria. Especialistas alertam que muitas das barrinhas de cereais que existem no mercado são, na verdade, ricas em açúcar e sódio. Para saber se a que você compra é assim, compare os ingredientes que estão no rótulo. O que vem primeiro é o que está em maior quantidade, então procure marcas em que a fibra esteja no começo da lista. Prefira as de fruta, que são menos gordurosas, e as que contêm flocos de milho, mel, aveia e castanhas. “Também fique de olho porque a lecitina de soja, substância usada para dar liga no alimento, pode causar alergia nas crianças”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, autora do livro O Que Tem no Prato do Seu Filho? – Um Guia Prático de Nutrição Para os Pais (Ed. Alles Trade). Você pode fazer uma barrinha mais natural em casa ou substituí-la pela bananada (doce de banana em massa) sem açúcar, que também tem fibra e mais vitaminas. Nesse caso, a banana não é desidratada, como na barrinha, mantendo seus nutrientes.
2 - Suco de caixinha Algumas dessas bebidas, também chamadas de néctar de fruta, têm tanto quanto ou até mais açúcar do que os refrigerantes. São até duas colheres de sopa a cada 200 ml, além de uma quantidade grande de sódio, substância que, em excesso, pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de a criança ter pressão alta no futuro. Os corantes e aromas também aparecem no suco de caixinha (inclusive nos de soja), ou seja, mais química ainda. A saída é alterná-lo com o suco natural (ou água mesmo!). Você pode dar o industrializado no lanche, por exemplo, e o caseiro, no jantar. Na lancheira térmica, o suco natural dura até três horas sem estragar. Para aumentar a duração da bebida, misture-a com água de coco, que retarda o processo de oxidação, é um hidratante natural e não tem muito sódio nem na versão das prateleiras. Outra alternativa são os sucos prontos integrais, que não têm açúcar e só precisam ser dissolvidos em água. Mas não abuse. Qualquer tipo de suco deve ser consumido no máximo duas vezes ao dia, pois são calóricos – pense que, para fazer apenas um copo do de laranja, é preciso três frutas!
3 - Peito de peru
Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura.
4 - Sobremesa láctea
As sobremesas lácteas (como o queijo petit suisse ou aquelas sabor chocolate, baunilha...), fazem sucesso com as crianças porque são bem docinhas e saborosas. Mas não se engane pela aparência de iogurte, pois elas têm bem menos quantidade de cálcio – um mineral essencial para o crescimento e fortalecimento dos ossos, dentes e cabelos. Além disso, esses produtos são gordurosos e têm pouca proteína. “No lugar da fruta, mais nutritiva, muitos contêm aromas e corantes artificiais, que devem ser evitados nos primeiros anos de vida pois estão relacionados a uma série de problemas – de alergia à hiperatividade”, afirma Elaine Pádua. Ela explica que os corantes amarelos e vermelhos são os mais perigosos. É claro que seu filho vai querer comer essas guloseimas de vez em quando. Porém, sempre que possível, substitua por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ele mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Se o seu filho quiser algo mais doce, coloque açúcar mascavo. Essa preparação deve ser consumida entre 30 minutos e 1 hora.
5 - Leite de soja
A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. “A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo”, afirma a nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável, em São Paulo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz, amêndoa e de cabra.
6 - Bisnaguinha Ela é molinha e fofinha graças a muuuita gordura hidrogenada! Esse tipo de pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras. Não faz mal oferecê-lo uma vez por semana, mas, nos outros dias, opte pela versão integral ou de fôrma, recheando com requeijão ou até geleia, contanto que seja sem açúcar. Os pães de padaria ou feitos em casa, naquelas panificadoras portáteis, também são ótimos substitutos, pois têm menos conservantes. Outra opção rápida e saudável: minipizza de pão sírio! Chame seu filho para ajudar você a montar essa delícia com muçarela de búfala, queijo prato ou queijo branco, tomate – pode ser o cereja, que as crianças adoram – e algumas folhinhas de manjericão fresco. Aí, é só colocar no forno em fogo baixo por 15 minutos e se deliciar.
7 - Frozen yogurt
Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. “Esse ingrediente é bom porque é natural e não tem aromatizante”, explica Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável (SP). Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. “Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom”, completa Santhi. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.
8 - Cereal matinal
Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. “É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau”, explica a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, que presta assessoria nutricional, em São Paulo. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado.
9 - Empanados de frango
Parece carne de frango, mas o empanado é o que os nutricionistas chamam de compensado, uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó. Então, mesmo que você faça assado em vez de frito, ele não é saudável. Para piorar, o que dá gosto à mistura é o glutamato monossódico. “A substância realça o sabor e interfere no paladar da criança, deixando a papila gustativa acostumada a esse tipo de alimento”, conta a nutricionista funcional Gabriela Maia, do Rio de Janeiro. Muitas vezes o empanado industrializado é usado como substituto da carne de boi ou de frango, que são proteínas completas. Só que eles não são equivalentes. Uma opção é fazê-lo em casa. Não tem tempo? Então, para suprir a quantidade de proteínas da carne, que tal cozinhar cerca de quatro ovos de codorna? O preparo vai levar os mesmos cinco a dez minutos.
10 - Produtos light e diet
Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. “Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light”, orienta Virginia Weffort, nutróloga do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.
2 - Suco de caixinha Algumas dessas bebidas, também chamadas de néctar de fruta, têm tanto quanto ou até mais açúcar do que os refrigerantes. São até duas colheres de sopa a cada 200 ml, além de uma quantidade grande de sódio, substância que, em excesso, pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de a criança ter pressão alta no futuro. Os corantes e aromas também aparecem no suco de caixinha (inclusive nos de soja), ou seja, mais química ainda. A saída é alterná-lo com o suco natural (ou água mesmo!). Você pode dar o industrializado no lanche, por exemplo, e o caseiro, no jantar. Na lancheira térmica, o suco natural dura até três horas sem estragar. Para aumentar a duração da bebida, misture-a com água de coco, que retarda o processo de oxidação, é um hidratante natural e não tem muito sódio nem na versão das prateleiras. Outra alternativa são os sucos prontos integrais, que não têm açúcar e só precisam ser dissolvidos em água. Mas não abuse. Qualquer tipo de suco deve ser consumido no máximo duas vezes ao dia, pois são calóricos – pense que, para fazer apenas um copo do de laranja, é preciso três frutas!
3 - Peito de peru
Apesar de ser visto como uma alternativa melhor do que o presunto, os dois têm a mesma quantidade de sódio e gordura porque são uma mistura de carne e pele (eca!) do animal. Para conservar o produto, as indústrias usam nitritos e nitratos, substâncias químicas que, segundo algumas pesquisas, podem causar câncer se consumidas por muito tempo. Por isso, libere esses alimentos embutidos ou processados (e, nessa categoria, entra também a salsicha e a mortadela) apenas uma vez por semana, de preferência a versão sem capa de gordura.
4 - Sobremesa láctea
As sobremesas lácteas (como o queijo petit suisse ou aquelas sabor chocolate, baunilha...), fazem sucesso com as crianças porque são bem docinhas e saborosas. Mas não se engane pela aparência de iogurte, pois elas têm bem menos quantidade de cálcio – um mineral essencial para o crescimento e fortalecimento dos ossos, dentes e cabelos. Além disso, esses produtos são gordurosos e têm pouca proteína. “No lugar da fruta, mais nutritiva, muitos contêm aromas e corantes artificiais, que devem ser evitados nos primeiros anos de vida pois estão relacionados a uma série de problemas – de alergia à hiperatividade”, afirma Elaine Pádua. Ela explica que os corantes amarelos e vermelhos são os mais perigosos. É claro que seu filho vai querer comer essas guloseimas de vez em quando. Porém, sempre que possível, substitua por uma mistura de iogurte natural com a fruta que ele mais gosta. Basta bater essa combinação no liquidificador ou amassá-la com um garfo. Se o seu filho quiser algo mais doce, coloque açúcar mascavo. Essa preparação deve ser consumida entre 30 minutos e 1 hora.
5 - Leite de soja
A soja é classificada como um alimento saudável, mas nem sempre é uma boa ideia oferecê-la para as crianças. Isso porque pode ser tão alergênica quanto a lactose, presente no leite de vaca. “A soja é uma proteína de difícil digestão, por isso, pode causar alergias alimentares em crianças menores de dois anos, que têm um sistema digestivo imaturo”, afirma a nutricionista Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável, em São Paulo. Alguns especialistas até questionam o nome “leite”, já que ele não oferece os mesmos nutrientes, como os aminoácidos e o cálcio. Se o seu filho tem intolerância à lactose, você já encontra bebidas com adição de cálcio. Também vale substituir por leite de arroz, amêndoa e de cabra.
6 - Bisnaguinha Ela é molinha e fofinha graças a muuuita gordura hidrogenada! Esse tipo de pão é feito de farinha branca e açúcar, ou seja, tem poucos nutrientes e nada de fibras. Não faz mal oferecê-lo uma vez por semana, mas, nos outros dias, opte pela versão integral ou de fôrma, recheando com requeijão ou até geleia, contanto que seja sem açúcar. Os pães de padaria ou feitos em casa, naquelas panificadoras portáteis, também são ótimos substitutos, pois têm menos conservantes. Outra opção rápida e saudável: minipizza de pão sírio! Chame seu filho para ajudar você a montar essa delícia com muçarela de búfala, queijo prato ou queijo branco, tomate – pode ser o cereja, que as crianças adoram – e algumas folhinhas de manjericão fresco. Aí, é só colocar no forno em fogo baixo por 15 minutos e se deliciar.
7 - Frozen yogurt
Eles parecem saudáveis por conta do iogurte, que tem pouca gordura e é fonte de cálcio. Realmente são uma boa opção, mas só se a marca de frozen usar iogurte de verdade em sua formulação. “Esse ingrediente é bom porque é natural e não tem aromatizante”, explica Santhi Karavias, do projeto Lancheira Saudável (SP). Em 2011, o Proteste analisou oito lojas e constatou que apenas uma usava mesmo a bebida láctea, enquanto as outras misturavam sorvete comum ou à base de iogurte. “Esses últimos têm gordura saturada e trans, que aumentam o colesterol ruim e ainda diminuem o bom”, completa Santhi. Para se proteger dos “falsos”, analise o rótulo (quando tiver) e pergunte a porcentagem de gordura (quanto mais próxima de zero, melhor). Ah, e controle as coberturas escolhidas pelo seu filho, que costumam ser uma bomba calórica.
8 - Cereal matinal
Já reparou no que sobra no saquinho quando acaba o cereal do seu filho? Açúcar puro. Pode ser uma boa fonte de energia, já que cada grão do cereal é um grão de milho, mas só. “É possível conseguir a mesma quantidade de carboidratos em outros alimentos, como pão integral e mingau”, explica a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, que presta assessoria nutricional, em São Paulo. Há, no entanto, opções sem açúcar (em geral, destinadas aos adultos). Você pode adicionar uma fruta, como banana ou morango, para deixar a mistura mais docinha. Depois que seu filho tiver um ano, também dá para usar mel. Se quiser usar açúcar mesmo, prefira o cristal (uma colher de chá basta), que é menos processado do que o refinado.
9 - Empanados de frango
Parece carne de frango, mas o empanado é o que os nutricionistas chamam de compensado, uma mistura de ingredientes nada nutritivos, como partes de frango, pele, farinha e leite em pó. Então, mesmo que você faça assado em vez de frito, ele não é saudável. Para piorar, o que dá gosto à mistura é o glutamato monossódico. “A substância realça o sabor e interfere no paladar da criança, deixando a papila gustativa acostumada a esse tipo de alimento”, conta a nutricionista funcional Gabriela Maia, do Rio de Janeiro. Muitas vezes o empanado industrializado é usado como substituto da carne de boi ou de frango, que são proteínas completas. Só que eles não são equivalentes. Uma opção é fazê-lo em casa. Não tem tempo? Então, para suprir a quantidade de proteínas da carne, que tal cozinhar cerca de quatro ovos de codorna? O preparo vai levar os mesmos cinco a dez minutos.
10 - Produtos light e diet
Se você tinha a impressão de que poderia consumi-los sem restrições, esqueça! Para crianças, os diet e os light são indicados apenas em casos de doenças como obesidade e diabetes. Achar que eles podem ser servidos à vontade, já que têm menos açúcar e gordura, é um erro. “Isso porque o fabricante adiciona sódio para manter o sabor. Então, melhor ingerir uma quantidade menor da versão tradicional do que o dobro da light”, orienta Virginia Weffort, nutróloga do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). E a criança precisa de energia para crescer, então não é indicado tirar totalmente o açúcar da dieta – lembrando que ele é encontrado em vários alimentos, como frutas e massas.
Eles são saudáveis, quem diria
Atum enlatado
A versão conservada em água em vez de óleo é fonte de ômega 3 e tem gordura boa. Bom substituto para os embutidos.
Legumes congelados
São práticos e têm boa conservação de nutrientes e fibras. O congelamento faz com que percam apenas um pouco de vitamina C.
Pipoca
É rica em fibras e substâncias antioxidantes, que podem prevenir até câncer. Mas preste atenção no preparo: de micro-ondas não vale. Faça na panela com um fio de óleo vegetal. E não exagere no sal!
A versão conservada em água em vez de óleo é fonte de ômega 3 e tem gordura boa. Bom substituto para os embutidos.
Legumes congelados
São práticos e têm boa conservação de nutrientes e fibras. O congelamento faz com que percam apenas um pouco de vitamina C.
Pipoca
É rica em fibras e substâncias antioxidantes, que podem prevenir até câncer. Mas preste atenção no preparo: de micro-ondas não vale. Faça na panela com um fio de óleo vegetal. E não exagere no sal!
FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI330766-15149,00.html
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Amor de mãe!
Amor materno: não há quem não se canse dos filhos
"Poucos pais se dão conta que o amor materno é complicado, exige dedicação e condições internas de autoconhecimento. Ninguém nasce mãe, a maternidade se desenvolve na relação com o bebê. É um momento de mudança e de crise, muitas vezes, de depressão. Exige esforço de guerra e nem todos estão preparados.
A cultura embrulha a realidade com um papel colorido. A culpa de não ser supermãe é fruto da família nuclear e do amor romântico, que vendem a maternidade como a oitava maravilha do mundo e fazem enorme pressão sobre a mulher, para que se dedique inteiramente aos filhos. A idealização da maternidade torna todas as mães insuficientes. Não há quem não se canse dos filhos, eles requerem muita atenção e cuidados. Querer um tempo só para si é normal e sadio. Ninguém é inesgotável."
Luciana Saddi
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Doula a quem Doer!!
Marcha Pelo Direito a uma DOULA no Parto!!
hoje na Av. Paulista!!
Hoje é mais um dia de mostrar ao povo a que viemos, e que viemos para ficar! mulheres unidas por mulheres, toda mulher merece uma doula!!! Movimento das mulheres e homens pelo direito a uma doula, em qualquer hospital brasileiro, durante o pré-parto, parto e pós-parto - AGORA na avenida paulista!!!Por Bela Josie Zecchinelli
hoje na Av. Paulista!!
Hoje é mais um dia de mostrar ao povo a que viemos, e que viemos para ficar! mulheres unidas por mulheres, toda mulher merece uma doula!!! Movimento das mulheres e homens pelo direito a uma doula, em qualquer hospital brasileiro, durante o pré-parto, parto e pós-parto - AGORA na avenida paulista!!!Por Bela Josie Zecchinelli
sábado, 2 de fevereiro de 2013
A importância do colo – O conceito de continuum
(Sling)
A antropóloga americana Jean Liedloff estudou a tribo venezuelana dos Yequana, e defende que, para conseguir um desenvolvimento físico, mental e emocional ótimo, o ser humano - e especialmente um bebê - necessita do tipo de experiência a que nossa espécie se adaptou durante uma longa evolução.
Para uma criança, seriam: constante contato físico com seu cuidador, desde o nascimento; dormir com os pais até deixar de fazê-lo por vontade própria; amamentação em livre demanda; ser levado constantemente nos braços ou de maneira que possa observar a atividade do adulto; ter cuidadores que respondam aos seus sinais imediatamente, sem julgamento; e, finalmente, sentir que cumpre as expectativas dos pais, que é bem-vindo e digno.
Segundo Liedloff, as crianças cujas necessidades "continuum" forem satisfeitas crescerão com maior auto-estima e serão mais independentes.
Leia mais em
http://www.continuum-concept.org/
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
As Doulas Entram para o CBO!!!
.... dia 31.01.2013 entramos para o CBO ( Classificação Brasileira de Ocupação) Tutelada pelo Ministério do Trabalho e Emprego: Nosso Código 3221-35
A Doula visa em prestar suporte continuo a gestante no ciclo gravídico puerperal, favorecendo a evolução do parto e bem estar da gestante. Avaliam as disfunções fisiológicas, sistêmicas, vibracionais e inestéticas dos pacientes/clientes. Recomendam a seus pacientes/clientes a prática de exercícios, o uso de essências florais e fitoterápicos com o objetivo de diminuir dores, reconduzir ao equilíbrio energético, fisiológico e psico-orgânico, bem como cosméticos, cosmecêuticos e óleos essenciais, visando sua saúde e bem estar.Alguns profissionais fazem uso de instrumental pérfuro-cortante, medicamentos de uso tópico e órteses; outros aplicam métodos das medicinas orientais e convencionais.
A Doula visa em prestar suporte continuo a gestante no ciclo gravídico puerperal, favorecendo a evolução do parto e bem estar da gestante. Avaliam as disfunções fisiológicas, sistêmicas, vibracionais e inestéticas dos pacientes/clientes. Recomendam a seus pacientes/clientes a prática de exercícios, o uso de essências florais e fitoterápicos com o objetivo de diminuir dores, reconduzir ao equilíbrio energético, fisiológico e psico-orgânico, bem como cosméticos, cosmecêuticos e óleos essenciais, visando sua saúde e bem estar.Alguns profissionais fazem uso de instrumental pérfuro-cortante, medicamentos de uso tópico e órteses; outros aplicam métodos das medicinas orientais e convencionais.
"A presença de doula na sala de parto é desnecessária...'' Diz a obstetra Vera Lúcia Mota da Fonseca, vice presidente do conselho regional de medicina, em entrevista a Folha de São Paulo.
É essa mentalidade, esse tipo de profissional que faz com que as doulas sejam mais necessárias do que nunca. Se pararmos pra pensar, as doulas não são uma modinha, elas sempre existiram.
Antigamente as mulheres tinham seus filhos em casa, com ajuda de parteiras e de outras mulheres (que eram parte da família, amigas, vizinhas..) Elas pariam com apoio dessas pessoas que tinham experiência, através de seus próprios partos, e ajudavam da maneira que podiam.
Com o passar dos anos, o parto passou para o hospital, as parteiras foram excluídas, e as mulheres perderam o direito de ter acompanhantes. Após muita luta, a presença do marido virou lei (ainda que não cumprida em muitas instituições), e com a cesárea sendo cômoda, muitas mulheres passaram por cirurgias desnecessárias, tendo essa experiência do parto, tirada delas.
Hoje em dia, as mulheres que querem parto natural, não tem na maioria das vezes apoio nem da própria família. Muitas já nasceram de cesáreas eletivas ou de partos traumáticos com instrumentos invasivos como o fórceps. Seus companheiros não entendem como funciona o processo, a fisiologia do corpo humano, não sabem como podem ajudar, e se sentem inseguros, as vezes incentivam a cirurgia por ser algo mais prático.
As doulas só possuem UM interesse, ajudar as mulheres que querem parir, que elas consigam realizar esse sonho, tendo um parto com respeito e autonomia. Eu não tive uma doula, desconhecia que elas existiam, confiava na minha médica e acabei em uma cirurgia que me trouxe cicatrizes, internas e externas.
Com certeza se eu tivesse uma doula, o desfecho seria MUITO diferente. Eu conseguiria parir naturalmente? Nunca vou saber, mas eu não teria a chance de tentar roubada!
Então eu digo a Dra Vera Lúcia, que sim, as doulas podem ser desnecessária para o obstetra, mas não para mulheres. E como o parto é DELAS, quem deveria decidir isso são elas, não?
“Ter uma doula ao meu lado, foi algo imprescindível.” Luana Córdova
”Sem dúvida esse foi meu mais lindo momento de amor e a presença da minha doula, fez toda diferença.” Micheli
“Hoje vejo que se não tivesse todo o apoio e carinho da Doula e uma excelente obstetra a história seria outra” Stacy
“ A doula soube ser exatamente aquilo que eu precisava nessa hora tão delicada.” Andreika
“Agradeço por tudo, a doula foi essencial em minha tentativa de parto e cesaria humanizada. Não imaginava que uma Doula poderia ser tao importante neste momento tao especial.” Aline
“Doula querida,te ter ao nosso lado neste momento tão especial foi a melhor decisão que tomamos.” Anamaria
“Não senti em nenhum momento que a doula fosse uma pessoa estranha, pelo contrário era uma pessoa maravilhosa que estava ali somente me dando tranqüilidade e conforto.” Greici
“Quando estourou a bolsa, a doula me tranquilizou, pediu pra avisar o médico e esteve ao lado sempre, e me dizia palavras de incentivo. Depois do parto me ajudou no banho e me acompanhou a tarde toda.” Cristina
“Mesmo que a palavra OBRIGADA signifique tanto, não expressará por inteiro o quanto a doula foi importante para mim, e minha família.”
Simone
“Agradeço todo o apoio, a doula foi fundamental para que o parto trabalho de parto acontecesse como aconteceu! ” Julie
“Sinceramente, quando a minha esposa falou que iria contratar uma doula, eu perguntei, achas mesmo necessário ter mais um gasto, só pra uma pessoa ficar pouco tempo com você? (pensamento talvez machista, não sei) a unica coisa que sei agora, é que você foi de fato uma das melhores decisoes que minha esposa tomou neste período de gestação.” Sérgio – Marido da Andrielly
“A doula me deu segurança quanto a escolha do meu médico, me ajudou durante todo o trabalho sem muitas vezes eu perceber sua presença, foi e será uma grande amiga!!” Ana Carolina
(Depoimentos retirados do site www.crisdoula.com)
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