segunda-feira, 11 de março de 2013

Indicações Reais e Fictícias de Cesariana




INDICAÇÕES REAIS E FICTÍCIAS PARA A CESÁREA

Algumas indicações de cesariana

REAIS

1) Prolapso de cordão – com dilatação não completa;

2) Descolamento prematuro da placenta com feto vivo – fora do período expulsivo;

3) Placenta prévia parcial ou total (total ou centro-parcial);

4) Apresentação córmica (situação transversa) - durante o trabalho de parto (antes pode ser tentada a versão);

5) Ruptura de vasa praevia;

6) Herpes genital com lesão ativa no momento em que se inicia o trabalho de parto.


PODEM ACONTECER, PORÉM FREQUENTEMENTE SÃO DIAGNOSTICADAS DE FORMA EQUIVOCADA

1) Desproporção cefalopélvica (o diagnóstico só é possível intraparto, através de partograma e não pode ser antecipado durante a gravidez);

2) Sofrimento fetal agudo (o termo mais correto atualmente é "freqüência cardíaca fetal não-tranqüilizadora", exatamente para evitar diagnósticos equivocados baseados tão-somente em padrões anômalos de freqüência cardíaca fetal);

3) Parada de progressão que não resolve com as medidas habituais (correção da hipoatividade uterina, amniotomia), ultrapassando a linha de ação do partograma.

SITUAÇÕES ESPECIAIS EM QUE A CONDUTA DEVE SER INDIVIDUALIZADA, CONSIDERANDO-SE AS PECULIARIDADES DE CADA CASO E AS EXPECTATIVAS DA GESTANTE, APÓS INFORMAÇÃO

1) Apresentação pélvica (recomenda-se a versão cefálica externa com 37 semanas mas se não for bem sucedida, discutir riscos e benefícios com as gestantes: o parto pélvico só deve ser tentado com equipe experiente e se for essa a decisão da gestante);

2) Duas ou mais cesáreas anteriores (o risco potencial de uma ruptura uterina – variando de 0,5% - 1% - deve ser pesado contra os riscos de se repetir a cesariana, que variam desde lesão vesical até hemorragia, infecção e maior chance de histerectomia);

3) hiv/aids (cesariana eletiva indicada se HIV + com contagem de CD4 baixa ou desconhecida e/ou carga viral acima de 1.000 cópias ou desconhecida); em franco trabalho de parto e na presença de ruptura de membranas, individualizar casos.


Algumas desculpas utilizadas pelos profissionais para realizar uma DESNEcesárea (em ordem alfabética)

1.   Abdominoplastia prévia
2.   Aceleração dos batimentos fetais
3.   Adolescência
4.   Ameaça de chuva/temporal na cidade
5.   Anemia falciforme
6.   Anemia ferropriva
7.   Anencefalia
8.   Artéria umbilical única
9.   Asma
10. Assalto ou outras formas de violência (gestante ou familiar foi vítima de assalto, então o bebê pode ficar estressado)
11. Bacia "muito estreita" 
12. Baixa estatura materna 
13. Baixo ganho ponderal materno/mãe de baixo peso 
14. Bebê alto, não encaixado antes do início do trabalho de parto
15. Bebê profundamente encaixado 
16. Bebê que não encaixa antes do trabalho de parto 
17. Bebê "grande demais" (macrossomia fetal só é diagnosticada se o peso é maior ou igual que 4kg e não indica cesariana, salvo nos casos de diabetes materno com estimativa de peso fetal maior que 4,5kg. Não se justifica ultrassonografia a termo em gestantes de baixo risco para avaliação do peso fetal). 
18. Bebê "pequeno demais" 
19. Bolsa rota (o limite de horas é variável, para vários obstetras basta NÃO estar em trabalho de parto quando a bolsa rompe) 
20. Calcificação da sínfise púbica (alegando-se que ocorreria em TODAS as mulheres com mais de 35 anos, impedindo o parto normal)
21. Candidíase
22. Cardiopatia (o melhor parto para a maioria das cardiopatas é o vaginal) 
23. Cegueira materna
24. Cesárea anterior 
25. Chlamydia, ureaplasma e mycoplasma 
26. Circular de cordão, uma, duas ou três “voltas” (campeoníssima – essa conta com a cumplicidade dos ultrassonografistas e o diagnóstico do número de voltas é absolutamente nebuloso) 
27. Cirurgia gastrointestinal prévia 
28. Colestase gravídica 
29. Coleta de sangue do cordão umbilical para congelamento e preservação de células-tronco
30. Colo grosso, colo posterior, colo duro, colo alto e (paradoxalmente) colo curto
31. Colostomia 
32. Conização prévia do colo uterino 
33. Constipação (prisão de ventre) 
34. Cálculo renal 
35. Data provável do parto (DPP) próximo a feriados prolongados e datas festivas (incluindo aniversário do obstetra) 
36. Datas significativas como 11/11/11 ou 12/12/12 (ainda bem que a partir de 2013 precisaremos esperar o próximo século) 
37. Diabetes mellitus clínico ou gestacional 
38. Diagnóstico de desproporção cefalopélvica sem sequer a gestante ter entrado em trabalho de parto e antes da dilatação de 8 a 10 cm
39. Dorso à direita, dorso posterior, ou dorso em qualquer outro lugar
40. Edema de membros inferiores/edema generalizado 
41. Eletrocauterização prévia do colo uterino 
42. Endometriose em qualquer grau e localização 
43. Epilepsia e uso de qualquer droga antiepiléptica
44. Escoliose 
45. Espondilite anquilosante – Qualquer espondiloartropatia
46. Estreptococo do Grupo B (EGB) no rastreamento com cultura anovaginal entre 35-37 semanas
47. Exérese prévia de pólipos intestinais por colonoscopia 
48. Falta de dilatação antes do trabalho de parto
49. Feto com "unhas compridas" 
50. Feto morto 
51. Fibromialgia 
52. Fratura de cóccix em algum momento da vida 
53. Gastroplastia prévia (parece que, em relação ao peso materno, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come) 
54. Gestação gemelar com os dois conceptos, ou o primeiro, em apresentação cefálica 
55. Gravidez não desejada 
56. Grumos no líquido amniótico 
57. HPV (só há indicação de cesárea se há grandes condilomas obstruindo o canal de parto) 
58. Hemorroidas 
59. Hepatite B e hepatite C 
60. Hiperprolactinemia 
61. Hipertireoidismo 
62. Hipotireoidismo 
63. História de cesárea na família 
64. História de câncer de mama ou câncer de mama na gravidez 
65. História de depressão pós-parto 
66. História de natimorto ou óbito neonatal em gravidez anterior 
67. História de trombose venosa profunda 
68. História familiar de fibrose cística do pâncreas
69. Idade materna "avançada" (limites bastante variáveis, pelo que tenho observado, mas em geral refere-se às mulheres com mais de 35 anos) 
70. Incisura nas artérias uterinas (pesquisada inutilmente, uma vez que não se deve realizar dopplervelocimetria em uma gravidez normal) 
71. Infecção urinária 
72. Inseminação artificial, FIV, qualquer procedimento de fertilização assistida (pela ideia de que bebês "superdesejados" teriam melhor prognóstico com a cesárea) - motivo pelo qual esses bebês aqui no Brasil muito raramente nascem de parto normal 
73. Insuficiência istmocervical (paradoxalmente, mulheres que têm partos muito fáceis são submetidas a cesarianas eletivas com 37 semanas SEM retirada dos pontos da circlagem) 
74. Laparotomia prévia 
75. Líquido amniótico em excesso
76. Magreza da mãe
77. Malformação cardíaca fetal 
78. Mecônio no líquido amniótico (só indica cesariana se houver associação com padrões anômalos de frequência cardíaca fetal, sugerindo sofrimento fetal)
79. Mioma uterino (exceto se funcionar como tumor prévio) 
80. Miscigenação racial (pelo "elevado risco" de desproporção céfalo-pélvica) 
81. Neoplasia intraepitelial cervical (NIC) 
82. Obesidade materna
83. Obstetra (famoso) não sai de casa à noite devido aos riscos da violência urbana 
84. Paciente “não tem perfil para parto normal”
85. Paciente “não ajuda para o parto normal” (momento vidente ON: “no fundo ela quer cesárea”)
86. Parto "prolongado" ou período expulsivo "prolongado" (também os limites são muito imprecisos, dependendo da pressa do obstetra). O diagnóstico deve se apoiar no partograma. O próprio ACOG só reconhece período expulsivo prolongado mais de duas horas em primíparas e uma hora em multíparas sem analgesia ou mais de três horas em primíparas e duas horas em multíparas com analgesia. Na curva de Zhang o percentil 95 é de 3,6 horas para primíparas e 2,8 horas para multíparas) 
87. “Passou do tempo” (diagnóstico bastante impreciso que envolve aparentemente qualquer idade gestacional a partir de 39 semanas) 
88. Perineoplastia anterior
89. Pé nas costelas
90. Pé torto congênito
91. Placenta grau III ou II ou I ou qualquer outra classificação
92. Plaquetas baixas não oclusivas do colo do útero
93. Possível falta de vaga em maternidade para um parto normal, caso a gestante não marque a cesárea
94. Pouco líquido no exame ultrassonográfico (sem indicação no final da gravidez em gestantes normais)
95. Praticar musculação ou ser atleta 
96. Pressão alta 
97. Pressão baixa 
98. Problemas oftalmológicos, incluindo miopia, grande miopia e descolamento da retina 
99. Profissão professora
100.  Prolapso de valva mitral 
101.  Qualquer malformação fetal incompatível com a vida 
102.  Qualquer procedimento cirúrgico durante a gravidez 
103.  Reação vasovagal
104.  Sedentarismo 
105.  Septo uterino/cirurgia prévia para ressecção de septo por via   histeroscópica
106.  Ser bailarina 
107.  Suspeita ecográfica de mecônio no líquido amniótico 
108.  Síndrome de Down e qualquer outra cromossomopatia 
109.  Síndrome de Ovários Policísticos (SOP)
110.  Tabagismo 
111.  Trabalho de parto prematuro 
112. Tricomoníase
113.  Trombofilias 
114. Trombose venosa profunda
115.  Varizes uterinas 
116.  Uso de antidepressivos ou antipsicóticos 
117. Uso de aspirina
118.  Uso de heparina de baixo peso molecular ou de heparina não fracionada 
119.  Útero bicorno
120. Vaginose bacteriana
121.  Varizes na vulva e/ou vagina


Soube de mais algum pretexto estapafúrdio para cesariana? Escreva para melania.amorim@gmail.com ou poste no perfil do Facebook: Melania Amorim

Fonte: http://estudamelania.blogspot.com.br/2012/08/indicacoes-reais-e-ficticias-de.html


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Eu não tive dilatação!


Levanta o mouse para cada vez que você ouviu essa frase, e também se você a proferiu. Não, esquece, você deve ter outras coisas a fazer depois de algumas horas levantando o mouse sem parar.

Vamos aos chocantes fatos: não existe falta de dilatação. Mas por favor, antes que você comece a ranger dentes e ficar com os olhos vermelhos de ódio, leia esse texto até o fim. Se sobrar alguma dúvida ou restar a discordância, conversemos com amor!

A dilatação do colo do útero é um processo passivo que ocorre quando as contrações encurtam as fibras musculares do útero, empurrando o bebê para baixo e puxando o colo para cima. Essas contrações, uma após a outra, vão puxando o colo de tal forma contra a cabeça do bebê, que é como se ele estivesse vestindo uma blusa de gola muito apertada. Cada vez que o útero contrai no trabalho de parto, a gola veste mais um pedaço de milímetro de sua cabecinha.

A contração passa, o colo relaxa, mas não volta a fechar o que já abriu. Na contração seguinte, é puxado mais um pouco. Lá pelas tantas o colo "veste" toda a cabeça do bebê, em seu maior diâmetro. Essa é a "dilatação total", e nessa hora o colo do útero tem aproximadamente 10 cm de diâmetro. 

Porque então tantas mulheres (especialmente as usuárias do serviço privado) têm tantos problemas de dilatação? Bem, existem algumas causas, vamos a elas:

1) Se a mulher não entrar em trabalho de parto e não ficar em trabalho de parto, ela obviamente não terá dilatação (a não ser que tenha uma patologia que a faça dilatar precocemente). Portanto quando a mulher vai na consulta de 38, 39 semanas, e o obstetra diz que ela não tem dilatação, o certo seria responder: "Claro, doutor, se eu estivesse em trabalho de parto eu saberia".

2) O trabalho de parto é caracterizado por contrações espontâneas de 3 em 3 minutos (aproximadamente), que duram de 1 minuto a 90 segundos. Em outras palavras, quando a mulher fica 12 horas "em trabalho de parto", com contrações a cada 10 minutos, isso não era trabalho de parto. Isso eram os pródromos, o princípio, a fase de instalação do processo do parto.

3) Tem mulher que demora mais para entrar em trabalho de parto efetivo, e pode ficar 2 ou 3 dias com contrações ritmadas, mas que não chegam a engrenar nos 3 em 3 minutos. É preciso muita paciência e muita doula para lidar com essa longa latência, mas o fato é que uma hora ela vai entrar em trabalho de parto.

4) Quando a bolsa se rompe e não há dilatação, é necessário esperar. Após longa espera, é possível se induzir o parto. Uma indução bem feita (preparação do colo com prostaglandinas e posterior aumento da dinâmica com ocitocina) pode levar 48 horas facilmente. Nem todo serviço e nem todo obstetra está disposto a ficar 48 horas induzindo um parto.

5) Ocitocina aplicada numa mulher sem dilatação só faz provocar contrações dolorosas, intensas, e que não fazem o colo do útero dilatar. Muitas vezes essa é a "técnica de convencimento" que alguns profissionais usam para a mulher desistir do parto normal e pedir uma cesárea pelo amor de Deus.

6) Dependendo do estado de tensão da mulher, ela pode bloquear a dilatação ou ter um processo muito lento, absurdamente lento. Para essas mulheres, a analgesia de parto normal (peridural ou combinada, raqui não) pode ser um tremendo alívio e não foram poucas as vezes que vi mulheres estacionadas nos 3 ou 4 ou 5 cm há muitas horas evoluírem para parto espontâneo apenas duas horas após analgesia. E se duvidam, posso indicar um anestesista com quem trabalho e que já testemunhou inúmeros casos assim, para explicar como isso funciona.

7) Em dez anos trabalhando semanalmente com três equipes que têm 10% de cesarianas, mais de 400 mulheres atendidas por mim quando era doula, além das centenas atendidas por elas em que eu não estava presente, mas sim outras doulas, eu nunca vi uma cesariana feita por falta de dilatação. Nunca! Nos 10% de cesarianas em trabalho de parto entraram basicamente: estresse fetal antes da dilatação total ou desproporção céfalo-pélvica. Em outras palavras, as poucas cesarianas feitas antes da dilatação total foram feitas porque o bebê se cansou e não dava mais para esperar terminar o processo de dilatação, sob risco dessa espera fazer mal ao bebê.

8) Para chegar de fato nos dois últimos centímetros de dilatação e atingir a tal  "dilatação total", o bebê já tem que estar descendo através da bacia pélvica. Por isso, nos casos em que há a verdadeira desproporção céfalo-pélvica, a mulher dilata até 8-9 cm. Talvez esse último centímetro que falta jamais venha a ser vencido. Após todas as tentativas de ajudar o nascimento, às vezes com algumas intervenções, pode ser que o bebê de fato não passe pela bacia pélvica, e nesse caso a cesariana seja feita quando a dilatação estacionou nos 8-9 cm.

9) A dilatação não é um processo simétrico. Ela depende da posição da cabeça do bebê. Normalmente o último centímetro a abrir está à frente da cabeça do bebê, próximo ao osso púbico materno, internamente. A esse último centímetro chamamos de "rebordo de colo" ou "rebordo anterior". Com paciência, esse último centímetro desaparecerá, e o bebê nascerá. Às vezes pode ser preciso ou pode ser útil abreviar o tempo do parto reduzindo-se esse último centímetro com um exame de toque. Isso se chama "redução do colo". É um processo doloroso, que deve ser evitado a todo custo, se possível.

10) A única coisa que pode impedir um colo de dilatar é um tumor grave no tecido. Tirando essa situação, todas as mulheres irão dilatar, se tiverem os recursos, tempo e equipe necessários.

Para aguardar que todas as mulheres dilatem, precisamos ter disponíveis profissionais bem dispostos, sem pressa, com repertório, incluindo parteiras, doulas, obstetras, anestesistas e pediatras. É preciso haver recursos completos para alívio da dor como ambiente agradável, bola, banqueta, banheira, chuveiro, massagem, alimentos, conforto para os acompanhantes, etc. E por fim, é preciso ter disponível analgesia de boa qualidade para as poucas mulheres que necessitam.


Texto de Ana Cristina Duarte

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Criação com apego ou Atachmment parenting

teoria do apego começou na década de 1950 com a obra de John Bowlby e Ainsworth Maria. Bowlby, psiquiatra Inglês, tornou-se interessado nas respostas das crianças pequenas para a perda, e começou a estudar os reinos de fixação e colagem. Ele e Ainsworth, um psicólogo americano que conduziu parte da pesquisa de campo mais extenso em interação mãe-bebê já concluído, formulou o que hoje é conhecida como teoria do apego.



teoria do apego é baseado na crença de que o vínculo mãe-filho é a força essencial e primário no desenvolvimento do bebê e, portanto, constitui a base do enfrentamento de negociação, de relacionamentos e desenvolvimento da personalidade.  Se a mãe está ausente ou não está disponível, um primário cuidador cumpre o papel da mãe. Acessório pode ser definido quer em termos de comportamento e emocional. De uma perspectiva comportamental, o apego é representado por um conjunto de comportamentos instintivos que servem para criar os laços afetivos, proteger a criança do medo e do mal, e ajudar na exploração segura do mundo.  Estes comportamentos incluem atingindo, agarrando-se, sugando e locomoção, e tudo facilitar o desenvolvimento máximo físico e emocional. 


Do ponto de vista emocional, apego é a criação de um vínculo mútuo em que a mãe promove o desenvolvimento infantil através das suas interações e relacionamento com seu filho . Bebês não nascem com a capacidade de decodificar e decifrar significados e emoções, contam com o mãe para ajudá-los a navegar no mundo, tanto interno como externo.  Essa relação permite a formação de "modelos internos dinâmicos" que funcionam como scripts ou modelos, por que os bebês podem então avaliar suas próprias emoções e as dos outros. Como o bebê começa a criar esses modelos internos de trabalho, a mãe age como uma "base segura" que é usado para a exploração, aprendendo e desenvolvendo as habilidades necessárias de auto-proteção e intimidade .



Crianças, conseqüentemente, desenvolvem e exibem estilos de fixação distintos, que são vagamente definidas como "seguro" ou "inseguras". Estilos inseguros estão marcada por características de instabilidade, incluindo o comportamento ambivalente, a preocupação, as respostas de esquiva, e uma falta de comunicação cooperativa  mãe-filho. Apegos seguros, por outro lado, mostram uma criança consistentemente ligado para a mãe, com um sentido firmemente estabelecida de confiança e de uma resposta firme.  O desenvolvimento de um padrão seguro ou inseguro é dependente de fixação da mãe para o bebé e se há sintonização neste díade. Em outras palavras, é a interação da mãe com o bebê, e a interação entre a interação e as necessidades do bebê, que definem o estilo de uma criança de se relacionar. Esses vínculos emocionais se desenvolvem rapidamente em crianças, e são fundamentais tanto para o desenvolvimento infantil e a trajetória dos eventos mais tarde na vida.

Bowlby aproximou-se do estudo da criação do apego como uma ciência e incluiu muitas disciplinas diferentes em sua abordagem, incluindo teoria geral dos sistemas, a teoria evolutiva, a etologia (biologia comportamental), e estudos descritivos de crianças interagindo com cuidadores . Em cada aspecto de sua pesquisa, um fato tornou-se esmagadoramente claro:. apego é uma necessidade biológica. Em cada ponto do desenvolvimento, a criança deve ter uma ligação estreita com um cuidador para assegurar a proteção em face de ambas as mudanças internas e estímulos ambientais. O apego é, simplesmente, uma chave para a sobrevivência. 

Esta teoria  da  criação do apego tem servido como a base de especialistas parentais, como William Sears, MD e todo o movimento moderno, agora chamado de "attachment parenting". Embora ainda não dominante em nossa sociedade ocidental, esses recursos oferecem orientação importante e pensativa para  tranquilizar as famílias que procuram a mãe de uma forma totalmente consciente e sensível.

Desde o final da gravidez através do segundo ano de vida, o cérebro humano experimenta um período crítico de crescimento acelerado. Esse processo consome maiores quantidades de energia do que qualquer outra fase na vida, e exige não só nutrientes suficientes, mas ótimas experiências interpessoais para a maturação máxima. Durante este período, o foco está no lado direito do cérebro desenvolvimento. O cérebro direito está profundamente ligado a ambos os sistemas nervosos simpático e parassimpático, que controlam funções vitais que sustentam a sobrevivência e lidar com o estresse, bem como o sistema límbico do cérebro, que inclui o hipocampo ea amígdala . O sistema límbico é o assento neurológica das emoções; o hipocampo e a amígdala estão intimamente ligados à memória e à regulação das emoções, incluindo a agressão. 

O córtex cerebral humano acrescenta 70 por cento de seu conteúdo final de DNA após o nascimento. Consequentemente, o cérebro em expansão é diretamente influenciado pelo seu ambiente, criando assim uma interação entre biologia e ambiente social. Com a ajuda da neurociência e sofisticada utilização de tais tecnologias como EEG, PET, e RM, que agora são capazes de ver como esse jogo parece. O que surgiu foi uma evidência crescente de que o estresse e trauma prejudica o desenvolvimento cerebral ótimo enquanto o apego saudável promove. 

Apenas o que é o estresse a uma criança? E o que é o apego saudável? Agora temos respostas para essas questões também. Os bebês, como sabemos, não pode sobreviver por conta própria. Todas as necessidades básicas devem ser satisfeitas através de um relacionamento com o cuidador. O que esta nova pesquisa nos diz, no entanto, é que essas necessidades vão muito além das mais simples de comida e sono, e estão intimamente ligadas ao mundo emocional. Liderando o caminho para integrar as quantidades maciças de dados e compilá-los em novas teorias e explicações é o Dr. Allan Schore, um psicólogo da UCLA School of Medicine. Schore nos leva ao mundo da Psicobiologia, a intersecção do temperamento geneticamente codificados biológica e a natureza da experiência de cuidar. 

Em termos psicobiológicos, os bebês são incapazes de se auto-regulam. Apesar de ter nascido com a capacidade de sentir emoções profundas, os bebês são incapazes de manter-se em um estado de equilíbrio, sem as habilidades para regular tanto a intensidade ou a duração dessas emoções . Sem a assistência e o acompanhamento de um cuidador, os bebês se tornam oprimido por seus estados emocionais, incluindo os de medo, tristeza e emoção. A fim de manter o equilíbrio emocional, os bebês necessitam de um relacionamento consistente e comprometido com uma pessoa carinhosa. Como você poderia esperar, a pesquisa indica que a pessoa mais adequada para essa relação é a mãe. 

O que é fascinante sobre a díade mãe-bebê é que, como a interação biologia-meio ambiente, é um sistema sincronizado . As músicas da mãe para os estados internos do seu bebê e responde, o que produz uma resposta na mãe, o que alimenta ainda mais o sistema . Um não é independente do outro, e cada um tem um efeito profundo sobre a resposta seguinte. Esta díade é a chave para o desenvolvimento saudável para o bebê. Como Bowlby acreditava, a mãe deve alcançar sintonia com seu bebê para criar apego saudável. Assim, o apego saudável é simplesmente o desenvolvimento dessa relação em sintonia. 

A sintonia, em termos simples, significa seguir pistas do bebê. Os bebés têm as suas próprias expressões espontâneas . Quando você presta atenção a essas expressões que comunicam que você entenda o que estão fazendo, sentir e até mesmo pensar. Este desenvolvimento cerebral cria uma base para a negociação de todas as interações sociais. Quando a díade mãe-bebê está em sintonia, ambos irão experimentar emoções positivas. Se fora de sincronia, o bebê vai mostrar sinais de estresse, tais como choro, que indicam a necessidade de re-sintonização. 

Para um bebê, o stress é algo que a puxa para fora de sintonia e em um estado emocional negativo. Eventos que causam essas emoções dolorosas como medo, ansiedade e tristeza criam stress. Isso inclui tudo, desde pequenos, separações indesejadas da mãe ao extremo de abuso. É também importante notar que a tensão para um bebé não está limitado a eventos carregados negativamente, mas também inclui algo novo ou diferente. A sintonia da dupla mãe-filho em situações estressantes cria a auto-regulação que os bebês não possuem inerentemente. Quando os bebês estão em equilíbrio, são emocionalmente regulamentada, e contar com o relacionamento da sua mãe para manter a regulação . Por exemplo, se uma mãe põe seu bebê para baixo para atender o telefone e que o bebê começa a chorar, o bebê requer retorno da mãe e re-sintonização, a fim de evitar tornar-se oprimido pela tristeza. Sem esta ajuda, o choro se intensifica e leva a uma cadeia de reações internas que colocam o bebê em um modo de sobrevivência. Em um modo de sobrevivência, o bebê opera no nível mais primário, forçada a dedicar todos os recursos para as funções básicas necessárias para a existência, assim merecendo oportunidade de crescimento potencial. 

Esta cadeia de eventos é um ciclo de hipervigilância e dissociação que começa quando o bebê torna-se angustiado. A fase inicial é uma hipervigilância, a reação de "susto" a uma ameaça. Isso envolve o sistema nervoso simpático, que aumenta a freqüência cardíaca, pressão arterial e respiração. Angústia, nesta fase, é geralmente expressa pelo choro, que irá progredir para gritar. O cérebro tenta mediar essa pelo aumento dos níveis de hormônios do estresse, elevando os níveis cerebrais de adrenalina, noradrenalina e dopamina. Isso desencadeia um estado hipermetabólico no cérebro em desenvolvimento.  Os hormônios do estresse são mecanismos de proteção destinados a ser usados ​​apenas por períodos curtos de tempo, para ajudar o corpo a sobreviver a uma situação perigosa. Períodos prolongados gastos neste estado são prejudiciais. Além disso, a exposição prolongada ao estresse induz aumento dos níveis de hormônios tireoidianos e vasopressina. Vasopressina, um neuropeptídeo hipotalâmico, é ativado em resposta a um ambiente inseguro ou desafiador. É também associada a náuseas e vômitos, o que pode explicar porque muitos bebês vomitam depois choro prolongado. 

O segundo, a reação de formação  para o stress é a dissociação. Neste ponto, a criança desengata a partir de estímulos do mundo externo e retiros para um mundo interno. Esta reação envolve prevenção, entorpecimento, conformidade e falta de reação . Esta segunda fase ocorre em face de uma situação estressante em que o bebê sente desesperançado e desamparado . A criança tenta reparar o desequilíbrio, mas não pode, e assim desengata, torna-se inibidas e se esforça para evitar a atenção, para se tornar "invisível". Este metabólica é um estado passivo, em resposta a uma situação insuportável, e é o oposto de hiperexcitabilidade. Em termos biológicos e evolutivos, é o mesmo processo que nos permite recuar a partir de situações avassaladoras para curar feridas e preencha recursos esgotados. No entanto, como uma resposta a misattunement diádica, é devastador, e os efeitos do mesmo curtos períodos de dissociação são profundas.  Neste estado, a dor de entorpecimento opiáceos, endógenos e comportamento de inibição  de stress H tal como o cortisol são elevados. A pressão arterial diminui, como o faz a frequência cardíaca, a despeito da adrenalina ainda circulante.  Esta estratégia de sobrevivência final permite que o bebé para manter a homeostase de base.

Quando os bebês estão em perigo, os seus cérebros estão à mercê desses estados. Isto significa que todos os seus recursos reguladoras devem ser dedicados à tentativa de reorganizar e recuperar o equilíbrio . Estes tipos de alterações bioquímicas no cérebro em rápido desenvolvimento direita têm efeitos de longa duração. No recém-nascido, estados tornar-se características, de modo que os efeitos de tais primeiros traumas relacionais tornam-se parte da estrutura da personalidade de conformação. Isto é toda a ocorrer a um período de tempo quando o cérebro está no seu máximo vulnerabilidade a influências e estímulos que afectam o crescimento e desenvolvimento . Embora esta reação de estresse está acontecendo, o cérebro infantil não pode se desenvolver em outras maneiras, e, assim, perde oportunidades em potencial para o aprendizado no período crítico do desenvolvimento do cérebro. Turnos crônicos em este ciclo pode causar o desenvolvimento cerebral prejudicado e atrofia.

Outro aspecto muito mal compreendida e esquecida da teoria do apego e da pesquisa é opapel do apego e sintonia na criança mais velha. Ao contrário do que populares crenças culturais, estreita ligação com a mãe continua a ser de crucial importância para as crianças através da criança e anos pré-escolares. Tal como acontece com crianças, este anexo é adaptativa e serve para garantir a sobrevivência da criança e socialização.Enquanto a mudança das necessidades, o apego continua a ser essencial. Na primeira infância, as crianças fazem grandes progressos na capacidade física e de locomoção, mas ainda estão em um ponto no início do desenvolvimento das necessárias competências de auto-proteção. Com a aproximação da pré-escolar, a criança se torna mais autônomo e auto-suficientes, mas continua vulnerável a uma ampla gama de perigos. Assim, os comportamentos de apego, como busca de proximidade com a mãe, demonstrando ansiedade quando a mãe se afasta, e protestando separação são mecanismos adaptativos, em detrimento dos regressivos. 

Este padrão de adaptação é muito desvalorizado pela nossa cultura ocidental e é, infelizmente, e erroneamente rotulado como "controlar", "procurando atenção", ou "estragar". Vários estudos descobriram que dois anos de idade manter tanto quanto, se não mais proximidade, para as suas mães.


Além disso, até mesmo por seu terceiro aniversário, a angústia mais é presente em crianças por ter sido deixado sozinho, mesmo por breves períodos . A pesquisa sugere que, por quatro anos de idade, a maioria das crianças estão cada vez mais confortável com separações e têm menos de uma necessidade de contato e proximidade com seu cuidador para manter uma sensação de segurança. 

Como as crianças continuam a idade e desenvolvimento, suas necessidades evoluem, mas a sua confiança no sistema de fixação perdura. Mesmo na adolescência, muitas vezes visto como o pináculo dos desafios de desenvolvimento, tem seu foco o apego. Adolescentes lutam com a tensão entre a sua ligação à família e sua formação de independência. A fundação construída nos primeiros anos é a base para esta fase da vida, se o apego é seguro e estabelecido, criança e os pais podem negociar os acontecimentos da adolescência com pouca luta .

O que também é destaque na pesquisa é a importância dos cuidadores não-maternal na vida da criança. Enquanto a díade mãe-filho mantém primazia por causa de suas bases psicobiológicas na sobrevivência e desenvolvimento ideal, a criança cultiva uma série de "laços afetivos" que incluem, mais importante, o pai ou companheiro, bem como outros membros da rede de família e amigos próximos. A sintonia em cada uma dessas relações é intensamente importante porque a criança está sempre absorvendo novas informações e sendo moldada pelo mundo . Assim como o papel da mãe é contribuir para o desenvolvimento da criança, então é o papel de qualquer outra pessoa primária no vida da criança. Enquanto a teoria do apego gira em torno de uma figura principal, geralmente a mãe, como o alicerce da saúde da criança e o bem-estar, esta não ocorre no vácuo, nem para a exclusão dos pais e parceiros. Muitas vezes, na progressão do desenvolvimento infantil, o papel inicial de pais centra-se em apoio da mãe em sua tentativa de cuidar de seu bebê. Mas não pára por aí. Como os ganhos nas habilidades do bebê, o pai torna-se mais central, e seu papel muitas vezes evolui para o ponto seguro de lançamento para incursões acelerado da criança para o mundo externo. Na aplicação da teoria do apego, o bebê está ligado à mãe e abraçou com o apoio de muitas pessoas que influenciam o crescimento e desenvolvimento de forma diferente em cada fase única. 

O que significa tudo isso? Apego saudável através de sintonia saudável é a chave para bebês saudáveis e os bebês saudáveis ​​são a chave para adultos saudáveis. No entanto, embora a pesquisa pode ser esclarecedora, também pode parecer assustador. É fundamental lembrar que a díade mãe-bebê é um sistema de mútua. Nenhum sistema funciona na perfeição o tempo todo; cada um de nós vai se deparar com momentos em que estão fora de sincronia, ou desregulação emocional, com os nossos bebês. A boa notícia é que esses períodos de misattunement, enquanto eles são breves e não crônica, parecem ser uma coisa positiva. Como o bebê está aprendendo a auto-regulação, curtos períodos de misattunement seguido de re-sintonia têm o efeito de resiliência de ensino. Além disso, especula-se que a reparação interativo, pode também ser a base da empatia.  Este não pode ser negligenciado, é vital para o desenvolvimento do cérebro e entendimento para a criação de expectativas dos pais realistas. Longos períodos de desequilíbrio, ou consistentes e repetidas exposições curtas, contudo, não são benéficas. Os efeitos a longo prazo de tais ambientes são como desanimador como a reacção de stress de curto prazo. A investigação agora liga diretamente as primeiras experiências discutidas com uma predisposição para a doença mental de todos os tipos e funcionamento prejudicado ao longo de um tempo de vida . Como você pode imaginar, se uma pessoa não pode regular sua ou suas emoções e é facilmente dominado por eventos estressantes, saudável enfrentamento é improvável e doença facilmente se ajusta.

Ainda um outro corpo de pesquisa esperançoso também existe. Não está se expandindo e estudo interessante sobre o impacto dos estados emocionais positivos e jogo na relação mãe-filho. Esta pesquisa mostra que a capacidade de criar alegria, euforia, interesse e entusiasmo junto com seu bebê é uma chave para o desenvolvimento saudável precoce e saúde física e mental ao longo da vida. Assim, o foco não é apenas sobre o impacto negativo do estresse e da importância de evitar o stress, mas também reconhece a importância central da felicidade e alegria. A criança atribui à mãe de regulação, que ajuda a maximizar a oportunidade para que as emoções positivas e minimizar oportunidade para as emoções negativas, criando assim uma saúde ótima. 

O que isto significa para os pais criando filhos no mundo de hoje?

 Precisamos de mudanças culturais em nosso ponto de vista dos pais, em nossas definições do feminismo e da masculinidade, em nossos sistemas econômicos e atendimentos médicos. Em suas aplicações mais amplas, a teoria do apego requer que repensemos mais do que a nossa sociedade nos ensinou. Devemos deixar a velha aprendizagem e informações erradas, a fim de re-sintonizar com nossos próprios instintos conjuntivo. Enquanto isso não pode ser realizada rapidamente, o que podemos fazer é aplicar esse novo conhecimento para nossas próprias vidas. 


Fontes que aconselham o uso da fórmula, garrafas e horários de alimentação, quando a-amamentação é possível pode ser descartada. O entendimento da amamentação como um comportamento de apego que não só atende as necessidades nutricionais e emocionais das crianças, mas ajuda a fortalecer a díade mãe-bebê é clara. Bowlby se viu a dupla finalidade da amamentação e visto o apego como principal. É igualmente importante o impacto da conexão visual, por volta das oito semanas de idade, a visão de um bebê melhora, e essas primeiras experiências visuais desempenham um papel importante no desenvolvimento. A mãe é emocionalmente o  rosto expressivo é o estímulo mais potente visual que um bebê encontra. A criação de um olhar intenso mútuo faz com que os níveis de endorfina a subir no cérebro do bebê, produzindo sentimentos de alegria. Este circuito emocional faz com que os níveis de endorfina da mãe subam, por sua vez, resultando em um sincronização emocional. Além disso, o contacto com a pele em amamentação, em geral, auxilia neste processo. 

Cama compartilhada é outro importante extensão da teoria do apego. Devido a proximidade mãe-bebê, dividir a cama permite uma rápida resposta ao desequilíbrio. Firmemente estabelecida aspectos regulatórios de compartilhamento da cama paralelo e o eco da aprendizagem de auto-regulação a ter lugar no quadro anexo. Como o trabalho do Dr. James McKenna ilustra (ver Mothering, não. 114), Cama compartilhada detém os principais benefícios para o desenvolvimento infantil e da sobrevivência. 

Talvez o ponto mais importante, com base no comportamento de técnicas de criação dos filhos é a formação do sono,isso deve ser evitado. Dado o novo corpo da pesquisa  em apego e desenvolvimento do cérebro descrita neste artigo, fica claro que a vontade de um bebê a aceitar a formação de sono depois de períodos declaradamente breves de protesto não é menos do que um ciclo de respostas hiperestimulação e dissociação que é prejudicial ao seu desenvolvimento. E pensar que desde que o bebê aceitar passivamente o sistema novo do sono, a formação do sono é, portanto, "bem sucedida", é não compreender o funcionamento do cérebro infantil. Não podemos mais aceitar a sabedoria convencional de que os bebês tem que "exercer os seus pulmões" quando eles choram; ". Manipulação" nem podemos tolerar interpretações de choro de bebês. Os bebês choram para sinalizar perigo e em esforço para envolver os cuidadores para ajudar a atender suas necessidades e promover o seu desenvolvimento saudável. É uma tentativa de comunicação, e não. manipulação. Seus objetivos são a sobrevivência e o desenvolvimento ideal. Isto é conseguido através de uma fixação segura. 

Talvez a aplicação mais difícil da teoria do apego está em nossas próprias infâncias. A maioria de nós não foram criados dentro do paradigma apego. Podemos preocupar com as escolhas que fizemos com nossos filhos, ou as implicações de nossas próprias infâncias em nossas vidas atuais. Embora o período de crescimento rápido do cérebro que ocorre nos primeiros anos é o momento mais vulnerável, não é a única vez em que o desenvolvimento do cérebro pode ser alterada. O cérebro é um órgão flexível e complexo que é sempre capaz de novas aprendizagens. A aceitação, crença e prática do attachment parenting pode ser uma experiência de cura para o pai ao criar o melhor ambiente possível para a criança. Nas palavras de Gandhi: "Você deve ser a mudança que você deseja ver no mundo".


FONTE: Ana Krumm, doula